Descrição

Sinopse

O espetáculo AIMBERÊ reconta a história da fundação do Rio de Janeiro pela ótica do guerreiro tamoio. A peça resgata as raízes das mazelas sociais que nos afligem até hoje a partir das lutas dos povos originários

 

Serviço

Local: Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro – RJ – Informações: (21) 976225565 (Ligação e WhatsApp) e email: [email protected]

Temporada: de 05 de julho a 28 de julho

Dias e horários: sexta a domingo, às 19h

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada para idosos, estudantes, professores das redes públicas e particulares, classe teatral, PCD e indígenas).

Lotação: 125 lugares

Duração: 1h

Classificação etária: 14 anos

Venda de ingressos: pelo site Sympla e na bilheteria do centro cultural, a partir das 17h, nos dias de espetáculo.

 

Assessoria de imprensa

Racca Comunicação – Rachel Almeida

(21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | [email protected]

 

Link para Instagram: @aimbereteatro

 

Ficha Técnica

Texto: Ademir Martins

Direção: Pedro Bárbara

Atuação: Eli Emiliano Corrêa

Voz Off: Ademir Martins

Cenários e Figurinos: Guilherme Reis

Preparação Vocal: Natalia Fiche

Iluminação: Fernanda Mantovani

Direção de Produção: Janaina Mendes

Assistente de produção: Dulce Austin

Produção Executiva: Eli Emiliano Corrêa

 

Outras Informações

Nossos antepassados, há mais de 500 anos, e em diferentes momentos históricos, travaram batalhas em busca da sobrevivência. No entanto, historicamente pouco se falou sobre esses movimentos de resistência contra as ameaças trazidas pelos invasores. O espetáculo “Aimberê”, queinicia nova temporada, em 05 de julho, no Centro Cultural Justiça Federal, faz parte de um conjunto ainda raro, mas crescente, de obras das artes cênicas que trata datemática dos povos originários. Com texto de Ademir Martins, direção de Pedro Bárbara e atuação de Eli Emiliano Corrêa, a peça conta a história das invasõesportuguesa e francesa na Guanabara e da fundação daCidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, pela ótica de Aimberê, guerreiro Tamoio do povo Tupinambá.

 

A dramaturgia de Ademir Martins coloca Aimberê contando a própriahistória. E como herói-morto, o primeiro desafio que enfrenta é ressurgirem terras cariocas em 2024 dentro do teatro: uma casa mágica, a qual opersonagem se refere e, que pode ser entendida também como um terreiro. O terreiroé o ponto de chegada e de partida de Aimberê; é o lugar onde ele sereconecta com o passado que viveu e dialoga com questões do século 21. No centro doterreiro, Aimberê enterra seus ancestrais e desenterra suas memórias.

 

“O espetáculo é uma justa homenagem a esses guerreiros, nossos ancestrais, que, adespeito de toda violência colonial, deixaram suas marcas na nossa existência como filhos destaterra”, descreve o ator e idealizador do projeto, o paraense Eli Emiliano Corrêa, também professor de história. “Cabe a cada um de nós,cidadãs, cidadãos, público em geral, conhecer, reconhecer e valorizar.Aimberê, líder da Confederação dos Tamoios, ao contar a sua trajetória, conta também a história do Rio deJaneiro e a história do Brasil contemporâneo, atualizando outras narrativas sobre as raízes dasmazelas sociais que nos afligem até hoje”, completa.

 

A peça resgata a história do Brasil, a partir do século 16, durante a Guerra dos Tamoios. A partir desses acontecimentos, o monólogo refletesobre a saga do herói brasileiro – ou da arte brasileira –, que persiste em lutar para ser reconhecido. A luta de Aimberê, como personagem apagado/silenciado na história do Brasil, se conecta à própria resistência da arte, que busca nas suas margens (e nos seus marginais) a força para continuar.

“Este espetáculo é necessário porque temos fome: de arte, de cultura e de revisionismo histórico. O público tem fome de educação, de contato com boas histórias e de narrativas de qualidade que despertem boas emoções e agucem a sensibilidade do espectador”, declara Eli Emiliano Corrêa.