Descrição

Sinopse

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio” é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

 

Serviço

ONDE: Teatro dos 4 – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 – 2° Andar – Gávea.

TEMPORADA: De 27 de outubro a 09 de dezembro

HORÁRIOS: Sextas e Sábados, às 20h, e Domingos, às 19h.

INGRESSOS: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada)

DURAÇÃO: 60 min

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

CAPACIDADE: 402 lugares

 

Ficha Técnica

Texto original: Lúcia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurinos: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujji

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador de luz: Juninho

Marketing Digital: TRIO

Idealização e Produção: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Parceria: Organização Internacional Nova Acrópole do Brasil

Realização: Teatro em Conserva / Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação) (21) 3579-1352 | (21) 99196-1489 | [email protected]

 

Outras Informações

          Com texto de Lucia Helena Galvão, interpretação de Beth Zalcman e encenação Luiz Antônio Rocha, espetáculo foi sucesso virtual na pandemia e chegou aos palcos em janeiro com elogios de público e críticos.

          Monólogo já foi visto por quase 40 mil pessoas em mais de 100 apresentações em temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e sessões em Brasília, Cuiabá e Fortaleza.

          Beth Zalcman está indicada ao Prêmio Cenym de Melhor Atriz pelo espetáculo.

 

“É difícil até pensar por onde começar a fazer uma crítica sobre essa peça. No tamanho da arte que oferece. Talvez uma boa forma de iniciar seja dizer que é tudo tão mágico e simbólico como a vida e a obra da personagem-título”.

Alvaro Tallarico, jornalista, crítico e escritor

 

“Eu estou assim encantado com coração pulsando de alegria por ter assistido uma performance estupenda da Beth Zalcman…Tudo se encaixa!

Osmar Prado, ator

Importante pensadora do final do século 19, a russa Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891) buscou ampliar o diálogo entre religião e ciência, influenciando personalidades de diversas áreas do conhecimento. Sua vida e obra inspiraram o monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, estrelado por Beth Zalcman, sob a direção de Luiz Antonio Rocha, com texto de Lucia Helena Galvão, filósofa, professora, escritora, poetisa e palestrante em sua primeira incursão na dramaturgia. (Trechos de críticas e depoimentos abaixo). Depois de três temporadas em São Paulo, uma em Belo Horizonte e uma no Rio de Janeiro, com a maioria das sessões lotadas, a peça recebeu um convite para voltar à cidade, a partir de 27 de outubro, no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, devido ao estrondoso sucesso por onde passa. As sessões serão às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h, até 9 de dezembro. Até agora, quase 40 mil espectadores já assistiram e se emocionaram com a atuação de Beth Zalcman, indicada ao Prêmio Cenym de Melhor Atriz pelo espetáculo.

“Assim como alcançamos espectadores em todo o mundo com as apresentações virtuais, a versão presencial tem atraído muita gente de vários estados brasileiros e até do exterior. Recentemente recebemos um grupo da Holanda”, conta Luiz Antonio Rocha sobre o sucesso da montagem. “Recebemos também muitos retornos de gente falando na importância de um espetáculo que se debruça sobre a alma humana, que traz à tona nossos sentimentos mais essenciais”, completa.

Pensadora influenciou de James Joyce a Mondrian, de Mahler a Gandhi

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável pesquisadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial (vide as guerras atuais), no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, nada pode afetar a um homem ou a uma nação sem que afete a todos os homens e a todas as nações”, completa o diretor.

“Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação, e transporta a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui a autora Lucia Helena Galvão.

A peça te faz entender por que essa mulher sofreu tanta perseguição; ela era uma mulher livre na sua busca espiritual, livre das amarras e corajosa …abriu muitos caminhos.

Clarice Niskier, atriz

A encenação propõe uma dramaturgia inspirada no “sfumato”, de Da Vinci. A montagem procura levar o público do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. A direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet.

 

Depoimentos sobre o espetáculo

 

“Fiquei impactada e muito emocionada com esse espetáculo inspirador. Mesmo sendo por transmissão online, a força do teatro estava presente. Espetáculo imprescindível, necessário, mais do que nunca nesse momento tão delicado. Encontrar essa luz que vocês acendem em cada um de nós é fundamental para que o ser humano encontre o caminho de volta, o caminho do crescimento para o processo evolutivo do verdadeiro amor. As palavras de Blavatsky ditas por vocês, atriz, texto, direção… tocam a nossa mente e o nosso coração para o despertar da consciência desse novo tempo” –

Beth Goulart – atriz

Acabei de sair da estreia de Helena Blavatsky, a voz do silêncio… Estou bastante impactada coma interpretação, com a performance da Beth.  Ela faz um mergulho muito profundo, tem momentos que a expressão dela está para além dela. É tão bonito quando você vê uma integração da atriz com personagem, com o texto…a direção é linda do Luiz Antonio Rocha e o texto da Prof. Lucia Helena Galvão é muito esclarecedor. A peça te faz entender por que essa mulher sofreu tanta perseguição, ela era uma mulher livre na sua busca espiritual, livre das amarras e corajosa …abriu muitos caminhos.

Clarice Niskier – atriz

“Exuberante, traz a possibilidade de um vislumbre do Himalaia espiritual, uma delicadeza de sentimentos. O texto e a atriz transportam a gente para voos onde é possível enxergar os silêncios da alma. Esse trabalho é essencial num momento tão embrutecido”

Bruna Lombardi, atriz e escritora

““O bonito no trabalho de vocês é mostrar que a resistência não vem através do radicalismo, mas do valor à vida.  E a vida, sobretudo, se manifesta através da arte”

Carlos Vereza, ator

 

“Eu estou assim encantado com coração pulsando de alegria por ter assistido uma performance estupenda da Beth Zalcman. Não tem como explicar. A mim me parece que é uma entidade, da qual se incorpora e evidentemente com toda consciência da atriz, e se une numa transformação extraordinária de comunicação e sensibilidade, inclusive a expressão corporal. Tudo se encaixa! E há uma força que a acompanha que sem dúvida alguma não nos cabe explicar, mas apenas saborear a performance de uma grande atriz.

Osmar Prado – ator

“…BETH fala pelas palavras, pelos olhos e, muito, pelas mãos, as quais explora com um brilhantismo que nos hipnotiza. LUIZ ANTÔNIO ROCHA repete uma direção impecável, explorando todos os infinitos recursos de interpretação da atriz, não economizando em boas ideias e resoluções para todas as cenas…em “HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO”, ele chega a alçar a iluminação à categoria de “intérprete”, visto que esta “dialoga e contracena” com a atriz, da primeira à última cena, de uma forma que poucas vezes vi acontecer num palco. Que imenso entrosamento existe entre o diretor, a atriz e RICARDO FUJJI, o iluminador da peça!…”

Trecho da crítica de Gilberto Bartolo